21ª Paragem 2018: O mais bonito trail de toda a minha vida!

Extreme West Atlantic Trail

Tempo: 04:12:47
Distância: 38.14kms
Classificação Geral: 22º Classificado
Classificação Escalão: 22º Masculino

Nota prévia: Tudo o que vá escrever ao longo deste post é de muito difícil perceção! Mesmo com fotografias, nada se compara a estar presente no paraíso na Terra... Vou dar o meu melhor!

A época de 2018 estava praticamente no fim. O foco total no Zêzere acabou por me retirar um pouco o foco de tudo o que o circundava e o facto de já praticamente ter conquistado o meu lugar na Final da Taça de Portugal de Trail em Agosto, tirou também o merecido protagonismo a uma prova onde mais uma vez se juntariam os melhores atletas nacionais! À medida que a prova se ia aproximando e ia consultando alguns dados, fui-me apercebendo de todo o envolvimento da prova e foi já no aeroporto que compreendi a magia do Extreme West Atlantic Trail:

  • Em primeiro lugar, os melhores atletas de trail estariam presentes nesta prova e eu estava inserido neste restrito grupo;
  • Em segundo lugar, a prova disputava-se num dos locais que diziam fazer parte dos mais belos do território nacional, no mínimo;
  • Em terceiro lugar, seria mais uma aventura de trail... Um fim de semana inteiro dedicado a uma modalidade que aprendi a amar e onde estou cada vez mais embrenhado. 

O despertar de sexta feira foi bastante cedo... Levantei-me, tomei um pequeno almoço rápido e fui ter com o resto da equipa para nos dirigirmos ao aeroporto. Seguimos diretos para a entrega de bagagem e entro imediatamente neste Mundo que é só nosso, um Mundo onde todos os atletas querem ser os melhores mas onde também todos têm uma palavra amiga a dar em qualquer momento! Cumprimentos entre toda a malta presente, bebemos um café e estava na hora de seguir viagem para Ponta Delgada onde faríamos escala para seguir em direção à Ilha das Flores. 

Saída de Lisboa, ainda com a capital completamente iluminada

A escala acabou por passar rápido, a vontade de voar para a ilha final e começar a preparar a prova era grande e em menos de nada estávamos a embarcar num avião completamente diferente do anterior... Esta ligação seria feita por um avião substancialmente mais pequeno e que se veio a comprovar ser menos estável. O sono era notório em maior parte dos atletas e só a meio da viagem se levantou toda a gente para ver que estávamos a sobrevoar a ilha do Pico! Foi neste momento que "abri" mais um item na minha check list das coisas a fazer nos próximos tempos... A imagem aérea é simplesmente brutal e os relatos de quem connosco partilhava o avião coincidiam com a sensação que se tinha dentro do avião! A vontade já está cá, vamos ver quanto tempo demoro a meter o "check". 

Imagem da ilha do Pico, vista do avião

Pouco tempo depois e após uma aterragem ligeiramente atribulada, aterrámos na Ilha das Flores e juntámos toda a comitiva no aeroporto de Santa Cruz das Flores. Rapidamente o pessoal se começou a dividir... Todos os que tinham marcado hotel seguiram viagem para a sua "casa" do fim de semana e surgiu a possibilidade de irmos para um alojamento que não o Pavilhão Desportivo do concelho. Fomos então até ao alojamento local dos escuteiros mas apesar de tudo, as condições não eram as melhores para aquilo que precisávamos... Agradecemos a amabilidade da senhora que nos ofereceu o alojamento mas acabámos por seguir até ao pavilhão onde descansámos cerca de duas horas, momento em que nos dirigimos para o briefing da prova. 

Primeira foto na ilha das Flores 

Nota intermédia: Obrigado Nuno Fonseca por ter(es) sido guia local durante toda a sexta feira, foste uma grande ajuda para ter tudo preparado e para podermos almoçar e jantar (sim, porque os restaurantes nas Flores fecham às 19h);

O briefing da prova foi dado pelo Mário Leal, um dos grandes responsáveis pelos eventos no Arquipélago dos Açores e um dos representantes nacionais na I-Tra. Foram dadas todas as informações, desde percurso a características do terreno, passando pelo material obrigatório... Quem ouvisse a apresentação estaria mais que preparado para arrancar no dia seguinte. Todo este ambiente foi-me transmitindo alguma vontade e confiança para o que seria a minha prestação de sábado e comecei a ter a apreensão natural pré prova que aparece sempre antes dos momentos importantes. Dali seguimos diretamente para a pizzaria onde já tínhamos o jantar à espera e fomos para o pavilhão para os últimos preparativos da prova. 

É aqui que entramos na única parte negativa da prova... No deslocamento até ao pavilhão a temperatura estava perfeita, a noite estava agradável e nada fazia antever que o tempo "virasse". Até acabei por comentar com o pessoal que seguia connosco que parecia impossível a tempestade que estavam a prever para aquela madrugada, estava tudo demasiado calmo. A verdade é que a noite foi mesmo complicada... O som da chuva era assustador (eu nunca acordo com nada e lembro-me perfeitamente de ter acordado pelo menos 5 vezes com a chuva) e até comentei com a Joana que também acabou por acordar que assim seria muito difícil completar a prova. Finalmente chegaram as 6h30', hora que tinha ficado combinado acordar para aquele canto do pavilhão e lá me fui equipando ao som da chuva. À hora combinada com a organização, entrámos no autocarro, demos a volta a Santa Cruz das Flores para apanhar todos os atletas que ali pernoitavam e seguimos em direção à partida, na localidade de Fajã Grande, um dos locais mais belos do Planeta, com montes de cascatas com centenas de metros de altura a acrescentar uma beleza enorme a todo aquele verde "vivo" a "respirar" natureza... Como disse na nota prévia, é muito difícil de transmitir. 

Equipa pronta para a final da Taça Nacional de Trail

Quando chegámos ao local da partida, fomos até ao restaurante onde se desenrolou o jantar desse mesmo dia (já lá vamos) e foi lá que realizei a última chamada para o meu pai... A conversa foi curta mas suficiente para me lançar para um aquecimento que não estava previsto mas que acabou por fazer bastante bem! Quando já faltavam menos de 10 minutos segui para o controlo 0 da prova e presenciei um dos melhores ambientes de partida que tenho memória... Foi exatamente como me senti no aeroporto: todos queríamos ganhar mas também todos conseguimos separar a competição da amizade e passar bons momentos juntos! Últimas palavras do Mário Leal e após contagem decrescente seguimos para a final da Taça Nacional de Trail (mérito também para o speaker que não conhecia mas conseguiu acrescentar bastante animação ao momento).

O arranque apesar de forte aglutinou muitos atletas, seguíamos num grupo grande com mais de vinte atletas, senhoras incluídas e só a primeira subida fez o grupo separar-se... Acabei por "cair" para o segundo grupo. Queria fazer um início controlado e cauteloso (até porque sabia do nível técnico da prova) e depois se veria. A primeira subida, ainda que muito curta, fazia valer imediatamente a viagem até aquela bela ilha, uma subida onde tínhamos todo um oceano à nossa direita, com uma vista completamente deslumbrante! E o melhor é que ainda estávamos no início. Fiz a tal primeira subida a ritmo controlado e a descida que se seguia deixava antever também o que iria apanhar em todas as descidas da prova: lama e pedras escorregadias. Tentei meter bons ritmos quando o piso estava em condições mas nas partes mais escorregadias acabava por abrandar, sendo ultrapassado por dois atletas ao longo da descida... Ainda assim, havia muitos quilómetros para percorrer e iríamos apanhar a primeira grande subida da prova! Inicialmente feita em trilho, num zona escorregadia e bastante inclinada que nos levava a uma aldeia... Atravessávamos a povoação, fazíamos um pequeno trilho e rapidamente entrávamos em nova subida de alcatrão. Apesar de ser neste terreno onde melhor me costumo sentir, as sensações não eram as melhores e só com a passagem do Carlos Bárbara e do Francisco Reis consegui apanhar uma boa boleia e cheguei ao topo da primeira grande subida ainda com o duo de São Mamede em linha de vista... O problema veio depois, tal como era a primeira grande subida, tinha também a primeira grande descida em direção à Fajã Grande (sim, a mesma da partida). A paisagem era no mínimo fabulosa, à medida que íamos avançando pelo alcatrão, íamos deixando simultaneamente as cascatas que falei no início para trás! O deslumbramento era mais que muito, estávamos agora muito mais próximos desta beleza natural do que na partida e a vontade era mesmo de ficar ali a apreciar tudo! 

Passagem na Fajã Grande, na zona das Cascatas

Apesar de toda esta beleza as más notícias não tardaram a chegar... O terreno era praticamente plano e estava a ter dificuldades de meter os "meus" ritmos num terreno normalmente favorável para mim! Tentei manter sempre a distância para a frente, para na pior das hipóteses não perder terreno e lá me fui mantendo a um ritmo aceitável. O abastecimento dos 9kms era a escassos metros do momento em que entramos num single track onde decorreu a segunda grande subida... Se a primeira já me tinha enchido as medidas com a quantidade de linhas de água que atravessámos, esta segunda era simplesmente fenomenal! À esquerda, o mar, à direita, uma parede autêntica e a nossa única tarefa era subir e apreciar a paisagem... Assim que deixamos o mar entramos numa zona de floresta onde subimos vários degraus que pareciam autenticamente um cenário de filme! Finalmente chegamos ao final da subida, numa zona onde se começava a acumular muita lama e a chuva já estava a dar uns ares da sua graça.

Neste momento levamos 12kms de prova, 2 grandes subidas, 1 grande descida e um sem número de paisagens incríveis... Nesta fase da prova entramos numa toada mais complicada para mim, uma zona onde tínhamos que ir andando a saltar de berma em berma (os trilhos eram autênticas linhas de água) e mesmo quando parecia que dava para correr, a erva fazia escorregar e acabei por ter bastante cautela! Foi nesta fase que perdi alguns lugares e o facto de não estar a conseguir correr numa zona teoricamente favorável não estava a ajudar... Logo a seguir a esta fase de saltar de berma em berma temos uma zona mais técnica de pedras mais largas com pouco mas algum desnível (alternando entre positivos e negativo) e é nessa zona que aparece o Sérgio Correia e o Miguel Ribeiro da Zona Alta e o Graziela e outro atleta da Oraklass. O pouco à vontade de todos naquela zona ia-nos mantendo sempre num grupo e foi assim que chegamos os quatro a uma estrada de asfalto que nos levava diretamente ao abastecimento dos 19kms. O ritmo ia forte mas "confortável", íamos a conversar e a comentar a quantidade de chuva que já tínhamos apanhado até que a meio da descida passa o Hugo... O ritmo dele ia forte e também não deu sinais de abrandar, aparentemente estava a sentir-se bem e a desfrutar muito da prova! Acabei por seguir com ele e chegamos ao abastecimento dos 19 já com alguma pressa para sair! As pessoas que estavam nos abastecimentos eram super prestáveis, encheram-me os dois flasks, comi um bocado de sal (enquanto o Zêzere estiver na minha cabeça, vai ser sempre), um bocado de chocolate e segui novamente com o Hugo. Do grupo que vínhamos durante a descida, já só o Miguel Ribeiro vinha connosco.

Uma das grandes vistas da Ilha das Flores

A subida que se seguia era a mais longa da prova... Um início inclinado mas que permitia correr, acabei por meter um ritmo certinho, como gosto e fui marcando a cadência deste trio que aparentemente ia ganhando terreno à concorrência! A meio da subida, nova passagem por trilho com o mar imediatamente à nossa esquerda mas 250mts abaixo... Estes cenários tinham tanto de assustador como de belo. Acabamos por contornar o monte que tínhamos à nossa direita e quando o terreno nos parecia empurrar para cima, para o topo do monte, o trilho transforma-se na zona mais técnica do percurso... Uma descida a pique, feita aos s's para não nos levar diretamente para o mar, e que a partir de meio tinha muita pedra solta! Apesar de este não ser o meu terreno mais favorável, tentei forçar o máximo que podia... A subida anterior não poderia ser estragada nesta descida e apesar de tudo, a beleza natural que nos circundava (a quantidade de linhas de água que atravessámos e o verde que nos envolvia) faziam com que me abstraísse da parte técnica e me focasse apenas na prova. Conseguimos chegar ao ponto mais baixo da descida sem ser apanhados por ninguém e embora a subida seguinte tivesse mais de 10% de inclinação, acabou por ser feita quase toda a correr (embora com mais troços a andar que a anterior). Finalmente chegou o fim da subida e apanhámos novamente alcatrão... Uma zona muito agressiva de asfalto, com um declive muito acentuado onde as coxas "choravam" com a travagem que tinham que fazer até ao abastecimento! Assim que chegámos era altura do controlo... Por princípio levo sempre tudo muito organizado para poder chegar a todo o material que precise e isso foi uma ajuda enorme, ainda estava a 20mts do controlo e já estava a tirar o telemóvel, foi só mostrar a parte de trás da mochila e estava lá o material todo organizado tendo passado rapidamente para o abastecimento! Precisava de encher os dois flasks, as duas subidas anteriores tinham-me deixado praticamente "seco" e não podia arriscar passar mal nesta última fase da prova...Quem não estava com muita vontade de parar era o Hugo, foi o segundo a entrar no abastecimento, encheu um flask e arrancou! Já tinha feito os últimos 10kms com o Hugo e queria aproveitar o andamento, assim que tinha os dois flasks cheios disse ao Miguel para arrancarmos e seguimos os dois na perseguição ao Hugo. Provavelmente pelos quilómetros mais lentos que tive a seguir ao primeiro abastecimento, sentia-me com muita força e acabei por apanhar o Hugo no início da subida que se seguia ao abastecimento sendo que o Miguel acabou por ficar para trás com esta aceleração... Aproveitei o balanço e tentei puxar o Hugo durante a subida até que vejo um grande grupo à minha frente! Honestamente sabia que o ritmo estava alto mas não tinha noção que estávamos a ganhar o suficiente para ainda ganhar lugares na classificação... Aproveitei para meter um bom ritmo e em menos de 200mts ganhei as seis posições! Sentia-me realmente bem e assim que terminei a subida meti ritmos ainda mais fortes, estava demasiado perto da meta para poder abdicar destes 6 lugares! 

Um dos momentos em que tive que meter a "passo"

A lama já não fazia tanta diferença, as pedras já não escorregavam tanto e a vontade de chegar o mais rápido possível à meta era enorme... Percebi que o Hugo tinha conseguido também ganhar as posições e chegamos ao ponto mais baixo da descida juntos. Atravessamos um portão que se escontrava à nossa direita e encontramos o último brinde da organização: uma subida praticamente toda feita em degraus, tal era a inclinação (140mts de D+ em 500mts)! Esta última dificuldade estava longe de estar planeada e foi feita o mais rápido possível dentro do que o andar permitia! Felizmente que a subida era curta e rapidamente cheguei (o Hugo acabou por ficar aqui ligeiramente para trás) ao alcatrão que marcaria os últimos quilómetros da prova... Ao contrário do que aconteceu no regresso à Fajã Grande, os ritmos aqui estavam bem altos, estava a sentir-me lindamente e só queria mais quilómetros para conseguir andar a altas rotações! A cereja no topo do bolo estava ainda por vir para estes quilómetros finais: dois atletas com 200mts de avanço de mim... O ritmo já ia alto e ficou ainda mais alto, consegui numa subida apanhar os dois atletas e um deles ainda tentou colar! Estava decidido a ganhar o máximo de posições possível e não podia deixar para o final da prova a discussão deste lugar, tendo acelerado ainda mais... Ganhei alguma vantagem inicialmente até que acabo por ganhar vantagem suficiente para ter noção que já não perderia aquele lugar. Ainda assim ando o mais rápido possível até à meta e chego finalmente ao museu onde se encontrava o pórtico da chegada. A taça nacional de trail estava concluída com um final muito forte mas infelizmente insuficiente para conseguir alcançar um lugar onde cheguei a aspirar conquistar! Esta prova, tal como toda a época de 2018 serviu para tirar alguns ensinamentos do que estava a ser bem feito e do que estava a ser mal feito e as conclusões estão tiradas... O plano para 2019 está praticamente traçado e #vamoscomtudo para ajudar a equipa (novidades brevemente) a alcançar os objetivos!  

Regresso ao pavilhão após a passagem pelo pórtico da chegada

Assim que passo pelo pórtico da meta, recebo a medalha de finisher da prova, dou meia volta e regresso ao pavilhão onde estava a dormir... A chuva tinha-me deixado completamente encharcado e como tinha a experiência do Zêzere bem presente (em poucos minutos fiquei a tremer, tive que ir direto ao banho) queria trocar de roupa muito rapidamente! No regresso ainda deu para ver os dois atletas que tinha passado no alcatrão, o Hugo, o Miguel Ribeiro, o Manuel Sousa e o Ricardo Carreira... Tentei dar algum ânimo e lá fui trocar de roupa! A partir deste momento começa a autêntica festa da Taça... Num dos cafés de Santa Cruz das Flores juntámos um grupo relativamente grande de atletas, um grupo que ia crescendo com a aproximação da hora para o jantar e onde nos rimos, nos divertimos e passámos umas ótimas horas. No final, um jantar na localidade onde foi a partida, uma cortesia da organização que no final entregou os prémios da prova!

O fim de semana estava a acabar e só faltava a viagem de regresso no domingo. A viagem para Ponta Delgada estava marcada para antes do almoço e assim que chegámos fomos diretos a um restaurante que já conhecíamos do ano passado comer comida regional! No final demos uma volta à cidade, vimos alguns dos pontos mais marcantes onde dava para ir a pé e regressámos a Lisboa por volta da hora do jantar. 

Portas da Cidade de Ponta Delgada

Esta foi a primeira edição do Extreme West Atlantic Trail mas deixou água na boca... A região é provavelmente a mais bonita onde já estive até hoje, o percurso embora duro e técnico tem passagens por pontos únicos que valem todo o esforço e a organização é no mínimo, de excelência, com abastecimentos fartos, gente prestável nos abastecimentos, boas marcações (mesmo com condições climatéricas adversas) e até com um jantar pensado exclusivamente nos atletas, muitos parabéns e obrigado por toda a vossa dedicação! Obrigado também à ATRP por esta oportunidade de correr em locais tão belos e inesperados.

A nível pessoal esta prova marcou-me muito! Mesmo nos momentos mais críticos da prova quis sempre acabar e tentar fazer um resultado que orgulhasse a família Caracol Trail Team... Foram muitos anos dedicados a esta camisola, foram muitas vivências e muitos ensinamentos! Ninguém me tira da cabeça a conquista do Circuito do Calcário inicialmente, os abraços ao meu mano mais velho nas provas de 100kms, a luta pelo Campeonato Nacional de Trail e no último ano (2017) a conquista da Taça Nacional de Trail... Além das conquistas ficam os épicos aniversários da equipa, os convívios e toda uma amizade que nos tornou uma família! Agora chegou o momento de partir, chegou o momento de abrir as asas e sair de um ninho que em muito me ajudou a chegar onde cheguei... Chegou a hora de arriscar e entregar-me a um projeto onde quero deixar tudo de mim! A época começou precisamente no dia de hoje e a partir de agora, não há desculpas, #vamoscomtudo para 2019! Obrigado a todos por terem estado presentes nestas minhas aventuras e espero que me continuem a acompanhar na nova casa (novo blogue do Caracol Apressado e nova equipa)... Vemo-nos em breve!

Comentários

  1. Boa sorte para a nova época!! Adorei este post!! Sem dúvida que não existe desporto mais bonito que este!!
    Bons treinos!! 💪🏽

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  2. Bela descrição da aventura. Fiquei com vontade de fazer esse trail,...a caminhar está claro. Toda a Sorte para os próximos desafios.

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