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#CaracolNaMadeira - Parte 2 (Desabafo)

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Criei esta hashtag para permitir quer a mim, quer a vocês, irem seguindo as coisas que se vão passando na minha preparação para a Madeira e nestes últimos tempos, com os meus dias a serem praticamente focados nesta preparação, tem-me surgido na mente um problema que já foi abordado por algumas pessoas nas redes sociais mas que eu queria aprofundar um pouco mais... Vamos a isso: A Ilha da Madeira tem características que são impossíveis de igualar aqui pelo nosso Continente... Os desníveis, o tipo de terreno, as condições climatéricas, tudo ganha contornos diferentes em relação às nossas típicas condições! Acontece que em alguns sítios podemos simular algumas delas, temos serras com desníveis semelhantes que provavelmente não têm o mesmo tipo de piso, mas que já servem para preparar as pernas para as subidas intermináveis, para as escadas e para as descidas tão longas quanto as descidas... Temos serras com pisos semelhantes, não têm o mesmo desnível mas dá para preparar os pés ao perc...

4ª Paragem 2018: Que continuem as boas sensações

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Trail de Poiares Distância: 33.8kms Tempo: 03:30:29 Classificação Geral: 14º Classificado Classificação Escalão: 8º SenM A minha experiência com o Trail de Poiares começou em 2016, ano em que por força das circunstâncias acabei por me dedicar ao Campeonato Nacional de Trail. Se comparar com o que fui fazendo até ao fim dessa época esse foi o último trail em que fiquei fora do top-10 e não foi propriamente por acaso... Além de a forma ainda estar a subir o Trail de Poiares era também uma daquelas provas em que não estava minimamente adaptado, principalmente no que a trilhos técnicos diz respeito e apesar de "fartinho" daquilo, tentei fazer a melhor prova possível. Em 2017 fui acompanhando de fora a acérrima luta pelo primeiro lugar entre 3 grandes atletas e em 2018 decidi voltar a esta prova por dois motivos: primeiro porque preciso de ranking para poder ir à final do Campeonato Nacional de Trail (no caso de poder ir), segundo porque a forma está claramente a su...

#CaracolNaMadeira - Parte I (Janeiro de 2018)

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Em 2016 estive inscrito no Madeira Island Ultra Trail e treinei o que considerava na altura bastante para poder terminar a prova de maneira "confortável", de maneira a poder desfrutar ao máximo tudo o que a ilha da Madeira tem para oferecer. A verdade é que tal como escrevi aqui no blog, nem sempre as coisas correm como queremos e poucos dias antes de seguir viagem para a Madeira, por motivos profissionais, tive que cancelar a viagem e a prova, acabando por me focar no Campeonato Nacional de Trail. 

A Serra Mágica

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Chegámos ao final da trilogia do treino solitário na Serra de Sintra e tentei deixar o melhor para o fim... Além dos ensinamentos que tirei do treino e daqueles que apliquei pela primeira vez e que espero vos tenham/venham a ser úteis há algo que me acontece sempre que treino na Serra de Sintra... O sentimento de que aquela é a minha "casa", a sensação de paz que transmite, a sensação de força, tudo conjugado em vistas que davam autênticos cenários de filmes! Algumas das imagens estão conjugadas no vídeo editado pela minha irmã em relação ao último treino que fiz que se econtra no final do post. Bem vindos, amigos, à Serra de Sintra. 

Treino de Sintra: Parte 2 (Tracks no Suunto Ambit 3 Peak)

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Após um treino que fiz sozinho em Sintra pensei em 3 posts seguidos em que abordava vários temas diretamente relacionados com esse treino. Em primeiro lugar saiu o post sobre o material obrigatório para levar para treinos sozinhos na Serra, este é o post sobre a utilização de tracks no relógio GPS durante a realização do treino e por último falarei sobre a Serra de Sintra e porque lhe chamo a Serra Mágica.

Material obrigatório para treinos sozinhos na Serra

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Tudo começou na terça feira, dia 23 de janeiro... Já não ia a Sintra há muito tempo e no plano de treinos este parecia o dia ideal para regressar. Falei com o meu pai e o treino encaixava que nem uma luva e o regresso ficou marcado para o dia seguinte. De imediato surgiu um problema com o qual nunca me tinha deparado: Era a primeira vez que tinha que correr naquela serra sozinho. O meu guia habitual, Pedro Crispim não estava disponível e tive que começar a pensar em alternativas para me desenrascar numa serra em que não estou habituado a treinar e que por experiência própria sei ter muitos single tracks por onde me poderia facilmente "perder".

3ª Paragem 2018: A magia dos trilhos e a adrenalina da competição!

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Trilhos dos Reis/Delta Cafés Distância: 47.6kms Tempo: 05:22:42 Classificação Geral: 15º Classificado Classificação Escalão: 8º SenM Já tinha saudades disto! Desde os Açores que andava a treinar mas andavam-me a fazer falta as provas... Andava a fazer-me falta andar por trilhos onde raramente ando, com uma beleza de nos deixar sem palavras e a competir pela melhor classificação possível no Campeonato que a mim mais me diz, o Campeonato Nacional de Ultra Trail!